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Notas do Setor em 14/12/09 – COP15, crédito carbono, REDD e mais

Aqui estao alguns links e noticias interessantes compilados pelo Portal RedeEnergia de 14/12/09 ate 11:19 para 11:30:

  • Amyris assina cartas de intenção para acordos com Bunge, Cosan e Guarani – A Amyris Brasil, uma subsidiária integral da Amyris Biotechnologies, Inc., anuncia a assinatura de cartas de intenção com três produtores de açúcar e etanol no Brasil, a Bunge Limited (NYSE: BG), a Cosan (SA: CSAN3) e a Açúcar Guarani (SA: ACGU3), para a produção de combustíveis e materiais químicos renováveis exclusivos, de alto valor. Estes produtos serão distribuídos pela Amyris.
  • Amyris, empresa de biotecnologia, atrai BNDES e Petrobras – A Amyris é uma empresa de biotecnologia molecular. Seus funcionários são cientistas com mestrado e doutorado. Seus investidores são grandes fundos e empresas interessadas em colocar altas quantias de recursos em inovação e novas tecnologias.
  • Biodiesel de mamona: processo concluído – A Petrobras Biocombustível informa que concluiu o processo tecnológico que permite produzir biodiesel com óleo de mamona, dentro das especificações da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O trabalho foi desenvolvido pelo Centro de Pesquisa da Petrobras (Cenpes) na Usina de Guamaré (RN).
  • Americana defende uso de biocombustíveis e aposta em parceria com Brasil – A funcionária americana deixou claro que seu país ainda não têm projetos independentes de produção de biocombustíveis e aposta em uma parceria com o Brasil. “Juntos, Brasil e EUA podem trabalhar melhor para o desenvolvimento desse tipo de energia”, afirmou. “Trabalhamos com nove países na pesquisa, desenvolvimento e produção de biocombustíveis, mas o Brasil é nosso principal parceiro e líder mundial nesse setor.”
  • EUA consideram Brasil parceiro estratégico para produção de biocombustíveis – Em evento patrocinado pelo Brasil para analisar o impacto dos biocombustíveis na emissão de gases do efeito estufa, a chefe da Agência Norte-Americana de Proteção Ambiental, Lisa Jackson, garantiu que os Estados Unidos têm interesse em uma parceria estratégica com o Brasil no setor.
  • Copenhague será uma chance para o etanol, diz presidente da Unica – “Pela primeira vez, a Unica participará ativamente do encontro e será responsável por sete eventos”, disse Jank, que embarca para Copenhagen no sábado.Segundo ele, existe uma maior visibilidade hoje de que o etanol é um combustível com menor teor de carbono e que possui um enorme potencial para redução de emissões de gás carbônico.
  • Brasil leva etanol à COP 15 como opção de combustível sustentável – Em apresentação realizada nesta terça (8) em Copenhague, funcionários do governo e da indústria sucroalcooleira brasileira defenderam o setor e rebateram alegações de que sua expansão pode causar pressão sobre o meio ambiente.
  • ANP obriga postos a trocar nome álcool por etanol – A medida vale para o etanol hidratado, utilizado no abastecimento dos veículos flex ou nos movidos exclusivamente pelo combustível, diferentemente do etanol anidro, que é misturado em 25% à gasolina e não é vendido em bombas.
  • País pode ganhar US$ 1,5 bi por ano salvando florestas – A REDD funciona por meio da remuneração de emissões evitadas de carbono. A ideia é recompensar países que coíbam o desmatamento. Dono da maior floresta tropical do planeta, cuja queima responde por 1,5% dos GEEs emitidos no planeta todo ano, o Brasil tem tudo para ser a bola da vez. O governo federal começou a catalogar projetos que podem se candidatar a recursos da REDD.
  • Exploradora de árvores se oferece para salvar floresta na Indonésia – As discussões sobre Kampar se tornaram particularmente acaloradas, não apenas por sua importância ecológica, mas porque, até agora, o plano mais detalhado para impedir os vazamentos de turfa vem de uma fonte improvável: uma grande empresa de papel e celulose que, de acordo com seus críticos, tem sido uma das forças motoras do desmatamento na Indonésia.
  • Acordo climático discutido em Copenhague deve custar caro – A resposta mais direta é: trilhões de dólares nas próximas décadas. É uma soma significativa, mas uma fração relativamente pequena em relação à produção econômica mundial. Só na infraestrutura de energia, as ambições de transformação que, espera-se, os delegados devem estabelecer nos próximos dias custarão mais de US$ 10 trilhões em investimentos adicionais de 2010 a 2030, de acordo com uma nova estimativa da Agência Internacional de Energia.

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