Aqui estao alguns links e noticias interessantes compilados pelo Portal RedeEnergia de 11/01/10 ate 11:39 para 11:40:
- Inimigo do etanol do Brasil admite fim de tarifa – “A única coisa que pode ser difícil e controverso de manter é a tarifa de importação de etanol”, disse o senador em sua conferência telefônica semanal com repórteres, ao ser questionado sobre a renovação de tarifas e subsídios em 2010. Logo em seguida, ele acrescentou que “vai lutar” para manter a taxa.Grassley é líder da oposição republicana no poderoso Comitê de Finanças do Senado americano. Republicano pelo Estado de Iowa, o senador é um dos principais apoiadores do setor agrícola americano e um ferrenho defensor do etanol de milho.
- Fipe: preço do etanol em SP subiu 19,86% em 2009 – Outro combustível pesquisado pelo instituto, a gasolina avançou 0,45% em dezembro, mas acumulou uma variação positiva bem menor que a do álcool no ano passado, de 1,89%. Em 2008, o preço da gasolina havia subido 0,55%.
- Unica diz que há estoques e descarta que faltará etanol – Sobre o etanol hidratado, Pádua disse que os produtores também possuem estoques e segundo ele não haverá desabastecimento. Pádua prevê que a alta dos preços do etanol nos postos continuará a reduzir a demanda pelo combustível. Em outubro de 2009, as vendas de etanol no Brasil ficaram em torno de 1,4 bilhão de litros, e caíram para 1,2 bilhão de litros em novembro. “Os números de dezembro devem registrar nova queda”, disse Pádua. O executivo afirmou ainda que as chuvas nos últimos dias não deverão afetar a oferta de etanol. “Os primeiros dias de janeiro estão sendo mais produtivos até que dezembro”, disse.
- Mercado de etanol deve se normalizar em 120 dias, diz Stephanes – Stephanes disse que o problema foi causado pelo excesso de chuvas no período de colheita, que obrigou os produtores a deixar mais de 60 milhões de toneladas de cana sem cortar. Ele ressaltou, entretanto, que apesar da adversidade climática séria, os consumidores deverão observar a regularização dos preços do etanol nas bombas de combustível no prazo de até quatro meses.
- Para analistas de etanol, redução da mistura “não faz sentido” – Durante a colheita, de abril a novembro, a produção cresce e o preço cai. Nesses meses, o álcool tende a custar menos que a gasolina. Transforma-se, então, no principal combustível do país. O intervalo de dezembro a março é o tempo de a cana crescer. Não há produção de álcool. A oferta cai e o preço sobe. Nesse período, a gasolina ganha mercado. É o que ocorre neste momento.
